Letras Galegas 2012 - Mudanzas na web
 
33votadas

Evita que os teus filhos saiam espanhois, nom os abandones na escola

Fábrica de 'bons espanhóis' O Estado espanhol decretou a obrigaçom dos pais de entregarem os filhos ao seu sistema educativo para os moldear como bons cidadaos, funcionais à economia e ao próprio Estado. Pública ou privada, a educaçom permitida mantém os traços essenciais que a tornam imprescidível para o sistema político que nos governa: a submissom à autoridade estabelecida, a substituiçom da curiosidade natural pola ingesta dos conteúdos que interessam ao que manda, a competitividade, a imposiçom de normas incomprensíveis...

 174 comentarios en: Cultura, Ensino karma: 150
negativos: 2  usuarios: 17  anónimos: 16  orde:   compartir:  cabozo  twitter  facebook  buzz  friendfeed
    (-)  Assim ademais aforrariamos cartos em mestres, infraestruturas, eletricidade... todo vantagens patrióticas!
    E nom haveriam pragas de polhos!! De polhos espanholistas, quero dicer!
    #1 votos: 4, karma: 43 link
    el 27-01-2012 17:28 CET por raxozorza
    (-)  Por certo, esta medida tambem é válida para Gloria Lago e cia., así escolarizando aos seu cachorros na casa evitan que se poidan contaminar co galego.

    E tamén para certa xente que non quere se se mesturen os seus fillos con romenos, negros, chineses... biba! biba! Galizalivre apoiando a segregación no século deza...vintún! {grin}
    #2 votos: 5, karma: 31 link
    el 27-01-2012 19:07 CET por raxozorza
    (-)  O que me faltava por ver. O GZLivre atacando a educaçom pública.

    Relacionada: chuza.gl/story/ensinar-na-casa-convertese-nun-delito

    Nom som os únicos, o chamado "Partido da Terra" também defende essa aberraçom no seu programa.

    #mihijoesmioymelofollocuandoquiero
    #3 votos: 5, karma: 39 link
    el 27-01-2012 20:56 CET por Alvar
    (-)  Xanela aberta para fanáticos, racistas, ultraconservadores, talibáns, machistas... evitar a socialización do teu fillo. Eu sabia que estaban pirados, pero non tanto.
    #4 votos: 2, karma: 10 link
    el 27-01-2012 20:58 CET por raxozorza
    (-)  Racismo kitsch {grin} cun pompón de tona dacabalo {tongue}
    #5 votos: 1, karma: 40 link
    el 27-01-2012 21:02 CET por doceasubio
    (-)  Coiro! por fim algo de sentidinho no galizalivre
    #6 votos: 1, karma: 30 link
    el 27-01-2012 21:15 CET por cernekernel
    (-)  a educação na casa parte da premisa de que os pais sabem o que é bom para os filhos. A educação pública de que entre todos os pais e não pais do país, a maioria chega ao acordo do que é bom.
    Pode que a pública não seja tão boa como poderia chegar a ser a caseira; mas a caseira permitiria uma educação também uitíssimo pior do que a pública; Glory Lake seria o exemplo clave.
    #13 votos: 4, karma: 37 link
    el 27-01-2012 21:46 CET por olizinho
    (-)  Eu nom sei, despois de ler este artigo nom sei se o que escriviu é de AMI ou é un AMISH
    #14 votos: 5, karma: 57 link
    el 28-01-2012 00:40 CET por raxozorza
    (-)  Por certo, tremenda trollada e sae publicada {lol} {lol}
    #15 votos: 4, karma: 99 link
    el 28-01-2012 14:08 CET por raxozorza
    (-)  Alguns participantes empenham-se em desacreditar uma postura em base a que é defendida por determinados setores. Pois bem, mas tenham em conta que essa falácia pode virar de volta, e não ajuda em nada ao diálogo. Antes distorce os discursos de todas as partes e centra-se não na mensagem mas no mensageiro pt.wikipedia.org/wiki/Ad_hominem

    Na minha opinião, o quid de toda esta história não está na discussão entre "bons" e "maus". A discrepância de fundo está em considerar o Estado, assim falando mal e rápido, como bom ou mau. Quem considera o Estado como uma espécie de pai protetor, obviamente, verá na educação fornecida polo Estado o modelo a seguir. Esta visão pode ser compartilhada por social-democratas, comunistas ou fascistas. Quem, polo contrário, considera que o Estado é um ente opressor na sua definição verá tudo o contrário. Este segundo ponto de vista pode ser compartilhado por anarquistas, neocons, ou liberais em geral.

    Ambas posturas contam entre os seus apoiantes com elementos indesejáveis, tanto tem quem estiver a opinar. Todas as pessoas com umas ideias políticas minimamente definidas verão nas etiquetas que expus simpatias e antipatias em ambos "bandos". Portanto, com maior razão é completamente injusto desacreditar uma das posturas em base a que é defendida por determinados grupos. A educação na casa pode ser atacada por ser defendida por fríquis religiosos. Ótimo. Porém, a educação estatal pode ser atacada por ser defendida polo fascismo, que quer um Estado forte e controlador. Se o leitor preferir, também pode ser atacada por ser defendida polo comunismo, polas mesmas razões.

    A minha opinião pessoal é que o ensino estatal não ensina a pensar. Ensina, em última instância, a obedecer a autoridade. Tem de garantir que são ensinados uma série de conteúdos, mas não garante de jeito nenhum que os cidadãos fabricados nesse sistema tenham uma mentalidade crítica e investigadora, a prova de religiões, pseudo-ciências e demais. E, também, acaba fornecendo uma única verdade, criminalizando progressivamente a discrepância. Existe uma solução ao problema, existe um ponto de vista, existe uma verdade. Isto já cheira a religião.

    Sinceramente, até há pouco tempo nem pensara na possibilidade do ensino na casa. Acho que a solução perfeita é criar redes cooperativas de ensino, porque garante que esteja controlado polo povo (isto é, todos nós) mas não permite que seja controlado polo Estado. Obviamente, eu vejo o Estado não como uma prolongação do povo mas como um ente que se opõe a este. A rede de Galescolas, na sua versão original não apropriada polo bipartido, ia neste senso.

    E nada, Alvar. Se me queres atacar ligando as minhas ideias à "ultradereita fundamentalista estadounidense ou de aqui", ou ao racismo, xenofobia, pedofilia, fanatismo religioso, evitar a socialização... Não podes imaginar quão errado estás (e mais sabendo que nos conhecemos pessoalmente e fumos companheiros de organização. Enfim...). E, aparte, depois do que acabo de escrever, esse tipo de críticas formam mais uma caricatura do que um discurso sério.
    #18 votos: 7, karma: 109 link
    el 28-01-2012 14:40 CET por alem
    (-)  Moi ben exposto! {smiley}

    Agora, está a esquecer algo tam funfamental na educaçom como é a socializaçom. Tenho conhecido gente (pequena-burguesia urbana, of course) que nom leva aos seu filhos ao ensino público para que nom se mesturem com ziganos ou lumpem. Magnífico, as cooperativas que defende você nom deixa de ser o mesmo, aínda que sejam escolas tam estupendas como Semente, ao que nunca mandaria á minha prole, por certo.

    Tambem sei que o ensino atualmente é uniformizador e espanholizador. Conhezo moitas famílias galegofalantes na Corunha na que os cativos lhe pedem por favor aos seus pais que nom lhes falem galego diante dos seus compenheiros... pero tambem ocorre o mesmo á inversa (em menos cantidade, tambem é verdade).

    Sinceiramente, por moi marabilhoso que seja um núcleo familiar de gente culta e con bós valores, impedir a pessoas de 7 anos de idade que saiam dessa burbulha é nefasto a todos os níveis.

    E se já pensamos em que esse núcleo familiar em vez de ter uns valores "como a nós nos gosta" son friquis de Galicia Bilingüe ou Testigos de Jehová... em fim.

    O home-schooling é o cerne do individualismo, para bem e para mal. Desde o meu punto de vista, evidentemente, para mal.
    #19 votos: 1, karma: 31 link
    el 28-01-2012 14:50 CET por raxozorza
    (-)  Raxo, falas por falar. Onde estão os estudos que confirmem a tese de que a escolarização na casa é "nefasta"? Quero referências. Citações. É a escola o único médio de socialização para uma criança?
    #22 votos: 1, karma: 30 link
    el 28-01-2012 15:09 CET por --4361--
    (-)  É nefasta porque eu vivim algo desso em primeira pessoa {wink}

    Nom é a escola o único médio de socializaçom, pero sim a mais importante. Precissa tambem dados para esto? Citações?
    #26 votos: 0, karma: 20 link
    el 28-01-2012 15:23 CET por raxozorza
    (-)  Quero. Pois, olhando retrospetivamente, acho que eu socializei muito mais na rua do que na escola.

    Do resto, a escola hoje é uma cadeia de montagem de domesticação e lavagem cerebral.

    ted.com/talks/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html

    ted.com/talks/sir_ken_robinson_bring_on_the_revolution.html

    youtube.com/watch?v=zDZFcDGpL4U
    #29 votos: 3, karma: 43 link
    el 28-01-2012 16:02 CET por --4361--
    (-)  Porque vostede é un carroza {grin}

    Os nenos nas cidades a dia de hoxe non van á rua {sad}
    #30 votos: 0, karma: 20 link
    el 28-01-2012 16:03 CET por raxozorza
    (-)  E não acha que isso é um problema? Não há tantos anos, as tardes das crianças aconteciam na rua, com outras crianças e fora da escola. Quem se empenha em associar socialização com escola estatal não tem memória.
    #32 votos: 3, karma: 56 link
    el 28-01-2012 16:52 CET por alem
    (-)  Ademais, nom fastidie, eu tampouco pido a bibliografia á gente que nom opina coma mim! {grin}
    #28 votos: 2, karma: 20 link
    el 28-01-2012 15:30 CET por raxozorza
    (-)  Eu não opino que o ensino na casa seja a panaceia, nem de longe. Antes estou a favor das cooperativas de ensino porque conformam projetos comuns de muitas pessoas, pais e professores com alunos, não apenas dum casal com os seus filhos. De todas formas, onde falo eu em borbulhas? O ensino na casa entra em contradição com a socialização da criança porque você o diga, não por ser certo. Esse ensino na casa bem pode ser realizado por um dos progenitores aos próprios filhos mais os filhos doutrem. Não há carência de socialização. Aliás, suponho que você está familiarizado com o conceito de atividade extra-escolar, completamente independente do modelo educativo. Crianças alienadas e individualistas pode havê-las em escolas estatais, privadas para elites, cooperativas ou no ensino na casa. Agora podemos discutir sobre as probabilidades de isto acontecer em cada um dos modelos, cousa que dará para bastante diálogo.

    "o ensino atualmente é uniformizador e espanholizador". Opino o mesmo. Portanto, será melhor quando estiver controlado polos nossos? E se quando isso acontecer, de repente, os nossos se dividem entre o que é ou não é bom? Voltamos a começar a guerra? Um sistema que depende de quem o controla está mal de base. É a minha opinião.

    Eu, como você, considero uma aberração que haja famílias que não se querem misturar com "ciganos ou lumpen". Mas pense uma cousa: eu passo todos os dias de me misturar com famílias xenófobas e elitistas como essas. Não me apetece compartilhar a minha vida com formas de vida que consideram que há pessoas boas ou más em base à sua procedência, cor da pele ou status económico. Por mim podem desaparecer do planeta e nem me importaria. Mas estou obrigado a os respeitar, porque moram no mesmo país que eu. Essa é a diferença entre uns e outros: o respeito que se tem a quem é diferente. Não vou tentar nem por um segundo que pensem o mesmo que penso eu. Já cairão da burra... ou não.
    #23 votos: 3, karma: 56 link
    el 28-01-2012 15:11 CET por alem
    (-)  "Não me apetece compartilhar a minha vida com formas de vida que consideram que há pessoas boas ou más em base à sua procedência, cor da pele ou status económico." pero isso é polo bem dos filhos deles, para que nom saiam tam idiotas como os seus papás.

    O ensino na casa nom facilita em absoluto a socializaçom, e pode ser empregado como coartada por certa gente para evitar que se socialicem os seus cativos!

    E fim, as posiciões ficam claras. E sim, nom som nem liberal, nem ácrata nem cousas semelhantes {lol}
    #27 votos: 2, karma: 11 link
    el 28-01-2012 15:29 CET por raxozorza
    (-)  Não, és simplesmente estatalista. Uma pessoa que confunde o bem público com o Estado.
    #34 votos: 0, karma: 20 link
    el 28-01-2012 18:07 CET por --4361--
    (-)  Mola!
    #35 votos: 0, karma: 20 link
    el 28-01-2012 18:18 CET por raxozorza
    (-)  youtube.com/watch?v=I60pdgeBsqY

    Vale, fala soa mas semelha que é quem de manter uma conversa bastante razoável com si própria {lol}
    #24 votos: 4, karma: 57 link
    el 28-01-2012 15:13 CET por --4361--
    (-)  youtube.com/watch?v=Mh4QZGqRWP4 {roll}

    Cada un fala na feira...
    #31 votos: 0, karma: 20 link
    el 28-01-2012 16:50 CET por raxozorza
    (-)  Se as cativas educadas na casa saem como essa garotinha... viva o homeschooling!!!! {grin}
    #58 votos: 1, karma: 40 link
    el 29-01-2012 11:23 CET por Galegoman
    (-)  Las pijas de los maristas son más cachondas y follan mejor {tongue}
    #59 votos: 2, karma: 20 link
    el 29-01-2012 11:25 CET por raxozorza
    (-)  Pois é! {grin}
    #62 votos: 1, karma: 40 link
    el 29-01-2012 11:32 CET por Galegoman
    (-)  youtube.com/watch?v=Y3Kkg-oxaBA
    #84 votos: 0, karma: 20 link
    el 29-01-2012 12:44 CET por --4361--
    (-)  O que faga a Glory Lake com os seus filhos e problema dela (já se encarregará com certeza de que nom lhe saiam da AMI, vaiam à escola que forem).

    Preocupa-me bastante mais a quantidade de ratolandeses que correm por aqui ufanos, convencidos e contentes de levar os seus filhos à escola "pública" (= estatal), para que lhos devolvam desgaleguizados, desnacionalizados e idiotizados.

    Como dim os outros: "Todo por la Patria!!"
    (a doutros, é claro)
    #39 votos: 1, karma: 16 link
    el 28-01-2012 23:58 CET por Ambolo
    (-)  há um 95% de gente na galiza mais próxima a glory lake do que a você. O que acha que vai passar dentro de 10 anos se hoje uma quantidade grande de pessoas escolhessem escola n acasa?

    Sigo sem entender o que é isso de lavagem de cérebro. Qual vai ser a lavagem que vocês façam nas súas crianças? não é isso lavagem? ah, não, claro, isso é mostrar a realidade.. .:roll:

    na escola aprende-se muito. TAnto, que já minha menina chega com cousas que eu apenas conheço. E tem 7 anos!
    é uma pessoa. Tem de apreender de tudo o que a rodeia.
    Além de mais, ela tem muita pessonalidade. Mas se tivesse pouca...com pensam que as outras crianças vão tratar a uma menina ao chegarem ao parque, e conhecerem que NÃO vai à escola!

    A escola na casa é uma forma de tratar de lhe tapar os olhos às crianças para que não apreendam o que nós não queremos.
    A minha menina estuda na escola. Aínda não entende bem isso de que papá escreve em português, mas já lê em português como se fosse galego.
    Ela, por minha culpa, defende Galiza por cima do todo. Mas aí está a minah sogra para que defenda também espanha.

    O caralhudo é ver cómo se te escoras muito muito cara a esquerda, acabas por caír pela direita. Eis o anarquismo a lutar para poder criar escolas para uma elite galeguista {roll}
    #40 votos: 2, karma: 11 link
    el 29-01-2012 02:07 CET por olizinho
    (-)  #40 @olizinho

    É dizer que:

    1-. Aos galegos não se lhes pode deixar liberdade porque são espanholistas...

    2.- Os meninos apreendem mais na escola espanhola que numa escola galeguista...

    3.- Reclamar liberdades é cousa da burguesia, dos anarquistas, dos espanholistas, das elites e da direita em geral...

    Seria delirante se não for porque é uma radiografia bastante exata do "pensamento" nacionalista maioritário: Paternalismo, desconfiança no "povo" (e, por tanto, na democracia), estatalismo (melhor o Estado Espanhol do que a auto-gestão galega) e, por fim, desconfiança em si próprios (eles fazem as cousas melhor do que as faríamos nos).
    #46 votos: 2, karma: 44 link
    el 29-01-2012 11:06 CET por --4361--
    (-)  Pois é: "papá Estado", "Führer", "papá Staline", "Queridíssimo Líder Kins Ko Llons"...

    Alguns não saem do p--- estatalismo nem para mijar.

    E "O Povo" ???
    Apenas uma escusa e uma enteléquia para venderem o seu "discursiño".

    "O Povo " tem que ser pastoreado.

    (antes "pastoreado" por quem for, que livre e autogerido!!)
    #55 votos: 1, karma: 26 link
    el 29-01-2012 11:19 CET por Ambolo
    (-)  "Papá estado" {confused}

    bem, o discurso neoliberal enchoupando ao independentismo... a "liberdade" neocon ataca de novo...

    o próximo paso, as universidades privadas
    #57 votos: 2, karma: 11 link
    el 29-01-2012 11:23 CET por raxozorza
    (-)  Papá Estado, sim. Essa estrutura criada pela burguesia capitalista para defender os seus interesses. Ou como era o conto? Ou que interesses defende? Que valores transmite? Ao serviço de quem está? Do povo?

    Fica claro que a escola estadual faz magnificamente o seu trabalho de criar indivíduos imaturos e dependentes. Até o ponto de que esses indivíduos não podem conceber o mundo sem um pastor de ovelhas que os "cuide" como se fossem criancinhas. Não podem conceber o que seria se as pessoas se auto-organizassem e se valessem por si próprias.

    Mandadores de alta finança
    Fazem tudo andar para trás
    Dizem que o mundo só anda
    Tendo à frente um capataz


    Não aprendemos nada do Prestige. Nada.
    #66 votos: 0, karma: 20 link
    el 29-01-2012 11:44 CET por --4361--
    (-)  Go to #70 {wink}
    #71 votos: 0, karma: 20 link
    el 29-01-2012 11:47 CET por raxozorza
    (-)  Quer dizer, que ninguém se mova até que instauredes a ditadura do proletariado galego! Até esse momento a única opção é a ditadura do capitalismo espanhol na que vivemos hoje {wink}

    E não tenhas medo que a escola estatal nunca a vão suprimir. É um instrumento ótimo de domesticação e controlo.
    #80 votos: 0, karma: 20 link
    el 29-01-2012 12:21 CET por --4361--
    (-)  O tema que discuten é complicado, sobre todo se entramos en cuestións sociolóxicas, mais eu coñezo xente que fixo o Preescolar na casa e foilles ben. Entroutras cousas, aprenderon a ver o mundo a carón da súa familia, xogando cos animais e as prantas, e usando a lingua propia. Despois foron para a Escola pública e levaban unha identidade forte. Socializáronse pero non se españolearon. (pode que a outros a experiencia lles fose negativa mais conto o que sei).

    Eu non fun á escola ata a Primaria, estiven cos avós (aínda que de 4 a 5 anos fun a clases de ler e escribir). Na miña opinión, ese contacto familiar é bo nos primeiros anos. Chegados os 6 anos, non vexo motivos para ter os rapaces na casa.
    #44 votos: 1, karma: 40 link
    el 29-01-2012 03:18 CET por Vixia
    (-)  Pesaoooos! Pesaooooos! {tongue} {grin}

    A mim com 2 anos já me botarom da casa {tongue}
    #49 votos: 1, karma: 31 link
    el 29-01-2012 11:11 CET por Galegoman
    (-)  Fuah, fixai-vos se me sentarom raro os cobatas de ontem que dei em ler todos os putos comentários {shocked}

    Parece que a cousa vai de soltar o que a cada um lhe peta... está bem, digamos pois: chuza.gl/story/videoclipe-do-kilometroak-2010-a-festa-das-ikastolas-gia

    É o povo, pá! [Homens da Luta seal of aproval]
    #69 votos: 0, karma: 20 link
    el 29-01-2012 11:44 CET por Galegoman
    (-)  O de que é algo é mau porque o inimigo tamém o pode usar parece-me um argumento bastante covarde, e vejo-o por aqui demasiado...
    #90 votos: 2, karma: 44 link
    el 29-01-2012 20:34 CET por one2
    (-)  O di polo ensino público, que o pode usar o estado espanhol?
    #94 votos: 1, karma: 26 link
    el 29-01-2012 20:43 CET por raxozorza
    (-)  Digo-o polas menções à gloria lago, o opus etc. O que faça essa gente nom nos deve interesar.
    #95 votos: 2, karma: 44 link
    el 29-01-2012 20:54 CET por one2
    (-)  #87 Retornei porque me avisaram do debate. Andava algo (muito) desligado desde o velho chuza, sim.
    Vou copiar um cacho do programa (em debate, podem-se fazer achegas) do Partido da Terra a respeito do assunto:
    partidodaterra.net/programa/index.php/Soberania_e_sustentabilidade_cul1
    "A produção e o acesso ao conhecimento têm sido monopolizados polo ensino “público” estatal, do infantário até a Universidade que, estabelecendo as verdades oficiais, se tem tornado um importante mecanismo para a legitimação política, social e económica. O conhecimento “verdadeiro” produzido nas universidades tem servido eficazmente aos agentes do Estado e das grandes corporações para determinar as nefastas políticas económicas, energéticas, hidráulicas, florestais, industriais e culturais. A mercantilização do conhecimento no sistema educativo “público” é a antítese da gestão própria do conhecimento pela comunidade, verdadeira aposta a sério numa sociedade democrática."

    "No plano da soberania cultural, o Partido da Terra compromete-se a:
    Eliminar as barreiras existentes e contribuir, principalmente a partir da sociedade embora também a partir dos poderes públicos, para a constituição de cooperativas de ensino autogeridas abrangentes de todos os níveis educativos, desde a educação primária até a Universidade;"
    #100 votos: 2, karma: 46 link
    el 29-01-2012 21:53 CET por serna
    (-)  Coa sanidade pensam fazer igual?
    #104 votos: 0, karma: 20 link
    el 29-01-2012 22:25 CET por raxozorza
    (-)  E apanhei o #100! {grin}
    #101 votos: 2, karma: 46 link
    el 29-01-2012 21:58 CET por serna
    (-)  chuza.gl/c/40340 Con ese comentario está a chamar borregos á maior parte dos que escribimos aquí. Por favor, explíquese.
    #128 votos: 1, karma: 39 link
    el 30-01-2012 15:59 CET por Vixia
    (-)  Eu só quero comentar que presta que volva serna!! {smiley}

    Ainda que só fosse porque o Reduggy foi ao tacho... {roll} {grin}
    #130 votos: 0, karma: 20 link
    el 30-01-2012 21:34 CET por Galegoman
    (-)  Para min a cuestion non é tanto a titularidade dos centros de ensino como o proxecto pedagoxico que se aplica neles. E a oferta educativa hoxe é completamente homexenea nese sentido, tratese dunha escola publica ou concertada.

    O ensino obrigatorio é fillo da revolucion industrial, e das necesidades dos estados avanzados de formar man de obra sumisa e obediente, non unha conquista social a posteriori, como se nos quere facer crer. Todos os intentos de levar a cabo unha renovacion pedagoxica por parte das organizacions obreiras foron sistematicamente reprimidos (o fusilamento de Ferrer i Guardia é un bon exemplo) e definitivamente varridos apos o triunfo fascista no 36-39. Por iso nao admira que hoxe sexan, mais unha vez, os sectores da sociedade mais conscienciados politicamente os que abandeiren esa renovacion (estoume a referir a semente).

    A escola non é o inferno, mas algo se lle parece. Sei do que falo, porque eu proprio traballo nun IES (sou un humilde conserxe) e é o mais semellante a traballar en alcala-meco, unha sorte de mistura metade fabrica metade prision. Unha vez separados o lugar de traballo do lugar de reproduccion, as familias vironse imposibilitadas para seguiren asumindo a crianza dos seus fillos, a non ser que os levasen a currar a fabrica con eles. E a escola é un substituto da fabrica. Asi, o mais valorado na escola é, por esta orde 1) asistencia e puntualidade, 2) acatamento da autoridade, e 3) productividade e competicion cos propios compañeiros. Dase unha socializacion, si, mas encamiñada a insercion no mercado laboral. Non se te permite falar, non se te permite moverte, a colaboracion entre compañeiros esta proibida e punida. Funcionase a toque de timbre, os conflictos solucionasen a base de sancions, estas exposto a sufrir calquer abuso que ficara impune (sobre todo se ven de parte dun profesor), xamais se te permite expresar a tua opinion, e de todos xeitos nunca sera tida en conta a non ser que a autoridade te conceda esa gracia. A democracia non existe e a ausencia de dereitos é total. Eu rematei exausto.

    Hai mais mitos que compre desmontar: o ensino obrigatorio non só non contibue a diminuir as diferencias de clase (iso é unha evidencia), senon que as profundiza. A escola tritura aos rebeldes ou aos que non rinden, e so son capaces de continuar aqueles que veñen de familias que presionan ao cativo e investen o tempo e recursos que fagan faltan para que o seu fillo progrese no sistema. O resto son abandoados a sua sort  » ver todo o comentario
    #133 votos: 5, karma: 64 link
    el 31-01-2012 12:01 CET por elias
    (-)  Ontem assisti estupefacto à comemoraçom do dia da Paz numha escola de primária. O primeiro que dixo a professora a todo aquele corro de rapazes/as para que calassem a boca e poder começar o acto foi: Como sabedes, rapazes e rapazas, a paz consta de várias cousas e unha é obedecer...assim que imos estar en silenço e obedecer para que poidamos começar.Bom, podedes falar se vos pergunto algo, claro.... e ficou tam pancha {shocked} E sim, foi num colégio público, e a mestra, que a tenho por boa pessoa e sei que o é, amais é afiliada (activa) da CIG. Pois se a paz é obedecer....será, como diziam La Polla Records, La paz de los muertos. Digo isto apesarado e em apoio do exposto por Elias. Pois é!
    #144 votos: 0, karma: 10 link
    el 31-01-2012 22:56 CET por cernekernel
    (-)  chuza.gl/story/nos-pegan {lol}
    #146 votos: 0, karma: 20 link
    el 31-01-2012 22:58 CET por raxozorza
    (-)  Lamento comunicarlle que o mundo non é idílico en absoluto. Por moito que quera manter aos seus fillos na burbulla, tarde ou cedo terán que afrontar a realidade, a barbárie do mundo exterior.

    Se considera os deberes unha tortura, se considera a asisténcia ás aulas algo cruel, se considera que as aulas deben ser democráticas, moi ben por vostede, pero asegúrolle que hai moitos experimentos pedagóxicos dese estilo que fracasaron no último século.

    Eu non lle vou quitar a ilusión nen o vou mandar ao gulag, utilice a sua cota de liberdade individual como mellor estime, pero lembre que as vítimas da inadaptación serán os seus fillos. Igual lle sae ben, deséxolle sorte.
    #145 votos: 1, karma: 40 link
    el 31-01-2012 22:57 CET por raxozorza
    (-)  Por non falar que chegados a unha idade os fillos xa non soportan aos pais {lol}
    #148 votos: 0, karma: 20 link
    el 31-01-2012 23:06 CET por raxozorza
    (-)  Um novo factor importantísimo e inxustamente esquencido deste tema:

    Por favor non pensen como pais (protectores of course), pensen como os fillos!, fillos que tamén son vostedes!!:

    Imaxinense educados polos seus pais única e exclusivamente, as 24 horas do dia, até chegar a universidade!!

    O peor esceario posível??? {shocked} {confused}
    #149 votos: 2, karma: 27 link
    el 31-01-2012 23:15 CET por raxozorza
    (-)  Os pais de @one2 seica som de melhor cortelho que os meus {lol}
    #152 votos: 1, karma: 33 link
    el 31-01-2012 23:36 CET por raxozorza
    (-)  Nom me dás tempo a responder... que nom atopava a película {lol}
    #154 votos: 0, karma: 13 link
    el 31-01-2012 23:44 CET por one2
    (-)  24 horas do dia, até chegar a universidade

    {shocked} Agora comprendemos porque raxozorza anda tam doente por aqui {lol} {lol}

    pt.wikipedia.org/wiki/Blast_from_the_Past A vida dos filhos galegos segundo raxozorza {lol}
    #153 votos: 1, karma: 33 link
    el 31-01-2012 23:42 CET por one2
    (-)  {lol} {lol} nom se ria, que nalgum caso por ai anda a cousa!
    #155 votos: 0, karma: 20 link
    el 31-01-2012 23:47 CET por raxozorza
    (-)  {wow} pero esto que é? e nen sequer hai comentarios apagados a negativos, que son os melhores de mirar {tongue}

    esto mete medo. eu ja non leo nada, cona, buá.
    #150 votos: 0, karma: 9 link
    el 31-01-2012 23:18 CET por o_pArAsiTo
    (-)  Outra reflexión: a estes pais ultra-mega-protectores... se o fillo lle sae rabudo, tuneiro ou do PSOE... suicídan-se? Eu prefiro botar-lle a culpa á espanholissssta essssscola represssssora de semellante desfeita que plantexar iso de suicidarme e tal {grin} {tongue}
    #151 votos: 1, karma: 40 link
    el 31-01-2012 23:30 CET por raxozorza
    (-)  Con permiso de @Cernerkernel, outro argumento mais en contra do Homeschooling
    chuza.gl/c/41105
    {lol}
    #172 votos: 1, karma: 30 link
    el 02-02-2012 12:37 CET por raxozorza
    (-)  Ola de novo

    A escola (reservada a capas mui concretas da sociedade) é anterior á revolucion industrial, o ensino obrigatorio non. Creo recordar que foi Prusia a pioneira neste tema, lá pola segunda metade do XIX, e o espello no que se miraron as potencias europeas do momento, especialmente Inglaterra, que xa non debia saber que facer co seu lumpen-proletariado. Contodo, o ensino obrigatorio non se formalizaria ate xa entrado o seculo XX, e en espanha ate a derrota da II republica e a chegada de Franco ao poder. Todo isto son feitos recentes e documentados, se pode tentar reescribir a historia, non me ia surprender, mas isto non está sacado de nenhuma paxina güeb hipi, senon dunha asignatura que se chama Educacion Comparada que se imparte no Grao de Pedagoxia.

    Respecto ao proceso de industralizacion, eu non sei se era inavitabel, non teño resposta para iso, mas si sei que teria gostado que transcurrise doutro xeito, e resistencias non lle faltaron desde que comezou. Dicer que hoxe todos vivimos millor e estamos millor formados é unha vision claramente etnocentrista. A dia de hoxe hai perto de mil millons de persoas vivindo en areas urbanas hiperdegradadas o slums, unha especie de terra de ninguen que non é campo nen cidade e onde a vida (é un dicer) si que é o mais parecido ao inferno na Terra, e non o digo eu senon a ONU, outro niño de magufos. Para esta xente a vida non fixo “obxectivamente” mais que empiorar nas últimas décadas, desde que comezou a ofensiva neoliberal, e a dia de hoxe por non ter non teñen nen identidade e por iso se agarran a calquer chifladura que lles prometa un raio de salvacion ou esperanza. A nosa prosperidade esta construida sobre a sua miseria, e o mais ironico é que nen sequera nas cidades do mundo rico a xente é feliz, iso tamen está mais que documentado. Non sabemos cuanto tempo mais será sostibel esta situacion, a catastrofe humanitaria global é dunha magnitude dificil de concebir e aumenta dia a dia, se hai cen anos a xente debatia sobre se era posibel outro tipo de sociedade humana, hoxe nos perguntamos que ficara da humanidade, se é que fica algo, dentro doutros cen. E eu non son dos que cren que calquera tempo pasado foi millor, son urbanicola de pura cepa, de terceira xeracion xa, como digo as veces o campo esta ben para os bechos e para sair a pasear cando fai bon.

    O que si é certo é o da separacion das crianzas das suas nais, esa é unha teima do patriarcado desde que se inventou, e xa van uns cantos miles de a  » ver todo o comentario
    #174 votos: 5, karma: 67 link
    el 02-02-2012 18:37 CET por elias
comentarios pechados

Chuza