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Fazem, ainda hoje, parte da cultura popular da cidade. Palco de grandes conspirações políticas nos finais do século XIX e princípios do século XX, foi lá que intelectuais como Guerra Junqueiro, Antero de Quental, Bernardino Machado ou Camilo Castelo-Branco «tertuliaram», comeram e se divertiram, de copo na mão. Nas tabernas antigas de Coimbra, espaços de encontro e convívio de gerações de futricas e estudantes, ouviu-se o fado batido, muitas guitarradas e nasceram jogos tradicionais, como a malha e a «laranjinha».