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O diretor adjunto do poderoso Center for International and Economics Exchanges da China explica porque Beijing ainda não se envolveu no Fundo Europeu de Estabilização Financeira. A intervenção de Beijing requer "três ingredientes fundamentais": 1.- A atuação do "Banco Central Europeu como emprestador de último recurso"; 2.- Os líderes europeus têm de tornar o FEEF "operacional e seguro para investidores de fora"; 3.- Os chineses preferem "ajudar a Europa através do Fundo Monetário Internacional (FMI)".